MENSAGEM AOS QUE NÃO ENTENDERAM OU SE SENTIRAM AFETADOS PELO CARTAZ ABAIXO, COM O SEU RESPECTIVO MANIFESTO DO Conselho dos 12

YO NO CREO EN BRUJAS, pero haberlas haylas...

por Armindo Augusto de Abreu
(Especial para o MV-Brasil)
Rio de Janeiro, 20 de Novembro de 2007.
O MV-Brasil, movimento em defesa da cultura e das mais lídimas tradições brasileiras, faz o balanço da mais recente e bem sucedida empreitada em favor dos princípios éticos, morais e religiosos que embasam e fortalecem a nossa sociedade, fiel cultora e seguidora permanente de valores cristãos, através da campanha “Halloween é SATANISMO. Brasil é país CRISTÃO!”
Havendo encontrado, pelo caminho, amplo respaldo tanto de populares quanto de intelectuais pode, agora, ver aferido o inconteste sucesso qualitativo e quantitativo dessa campanha, pela expressiva repercussão midiática espontânea, aliada às moções de apoio levadas ao portal www.mv-brasil.org.br.
As visitas ao sítio, afirma Wagner Vasconcellos, membro do Conselho dos 12 do Movimento, tiveram um espantoso crescimento de 600% no período em que foi empregada, segundo suas próprias palavras, a “... GUERRILHA DE INFORMAÇÃO E PROPAGANDA VISANDO ACUSAR O TEOR SATÂNICO DO ‘RALOIN’ E DE VÁRIOS OUTROS ÍCONES CULTURAIS DESAGREGADORES ESPALHADOS PELO MUNDO, NESTES NOVOS TEMPOS EM QUE SOPRAM NA ATMOSFERA PLANETÁRIA OS VAPORES DO ENXOFRE INFERNAL, CONTAMINANDO GRANDE PARTE DA HUMANIDADE...”
A despeito desse êxito popular, preocupa o fato de um expressivo contingente de manifestantes (entre eles, ainda segundo Wagner, ATEUS, COMUNISTAS, ANARQUISTAS, adeptos declarados da ‘NEW AGE’, PAIS-DE-SANTO, MARIAS-MULAMBO, POMBAS-GIRA, etc) haver formulado ácidas críticas à postura CRISTÃ adotada nos eventos, registradas em péssimos humores e inferior vernáculo, mostrando o quanto certos tipos, ingenuamente ou não, andam afastados da verdadeira essência espiritual e cultural do nosso povo e dispondo-se a influenciá-la, combatê-la de forma perniciosa, deletéria.
O perigo que nos ronda é, portanto, muito grande e iminente.
Por isso mesmo, antes de quaisquer outras considerações e conclusões, é preciso ir às raízes do fenômeno:
A celebração do Halloween, (ou hallow’s eve.,significando a ‘noite do sagrado’, em tradução livre), um vocábulo inglês formado no século XII, que hoje designa o ‘Dia das Bruxas” (todo 31 de Outubro), teve suas remotas origens no festival de Samhain (significando fim do verão, em celta), festividade tradicional entre povos pagãos da Bretanha e da Irlanda.
Isso porque, no hemisfério norte, o dia 1 de Novembro era considerado o marco final dessa calorosa estação, a data em que os rebanhos deveriam ser recolhidos ao confinamento, trazidos de volta dos pastos, quando os domínios das terras deveriam ser renovados entre os posseiros.
Era, também, uma data em que se acreditava que as almas dos mortos retornariam à Terra, em visitação aos seus antigos lares. As pessoas, por isso, acendiam na véspera (31 de outubro) fogueiras nos topos das colinas para espantar e afastar os maus espíritos, dentre os que as visitariam a partir do dia seguinte e, com o decorrer dos tempos, passaram a exorcizar especialmente certos espectros maléficos característicos, hoje conhecidos entre nós como bruxas, vampiros, fadas, duendes e demônios.
Às vezes, nessas festividades, populares vestiam fantasias e máscaras na esperança de não serem reconhecidas pelos fantasmas, o que também lhes permitia, em anonimato, repetir um velho costume britânico, o de esmolar por comida, os conhecidos ‘soul cakes’, (‘bolos das almas’), em troca da ameaça de lançarem feitiços aos passantes, usando a expressão ‘trick or treat’, um encanto ou uma gulodice.
Mais tarde, no século I da era cristã, quando o império romano subjugou os celtas, os costumes locais absorveram os festivais romanos da Ferália, que celebrava o dia dos mortos, e o culto a Pomona, a deusa das colheitas.
Essas superstições pagãs prevaleceram sem qualquer reação formal cristã até o século VII, muitas vezes em processos de sincretismo natural, quando então o Papa Bonifácio IV decidiu estabelecer um dia dedicado a todas as boas e exemplares almas finadas (‘All Saint’s Day’, o ‘Dia de Todos os Santos’), efeméride originalmente fixada para o dia 13 de maio. No século seguinte (VIII), na tentativa de suplantar o culto pagão aos espíritos do mal com a celebração cristã, a Igreja moveu-a para o dia 1 de novembro.
Ao final da Idade Média, quando, enfim, prevaleceram as posturas e hábitos católicos, muitas vezes à força das armas, ambas as festividades, a secular e a religiosa, tornaram-se numa só.
E a noite que as precedia, a de 31 de outubro, passou a ser considerada uma data religiosa sagrada (hallowed), ou melhor, a noite sagrada (hallowed eve., finalmente, halloween).
A REFORMA de Martin Lutero, entretanto, aboliu esse feriado religioso entre os protestantes separatistas, muito embora, na Inglaterra, continuasse a ser feita uma celebração de cunho apenas secular.
Em conjunto com outras festividades, por ser prática estranha às raízes religiosas dos cristãos ortodoxos ‘Peregrinos’ (Pilgrim’s) que fundaram as primeiras colônias americanas em busca da paz e da liberdade, o pagão Halloween foi então proibido e intensamente reprimido entre esses primeiros imigrantes, mostrando que a celebração de hoje passa muito distante dos verdadeiros pilares culturais americanos, como se pretende fazer crer!
Isso durou até que nos anos 1800 (Século XIX), com a chegada de novos imigrantes europeus, especialmente irlandeses, foram, pouco a pouco, recriados alguns festivais profanos celebrando as colheitas, e restauradas certas celebrações mágicas, como o primitivo Halloween, especialmente através da conversão das crianças ao antigo culto, sob a inocente aparência de brincadeiras inofensivas.
Não obstante, em nossos dias essa prática nada mais possui de imaculado ou ingênuo: ela apenas esconde, segundo scholars contemporâneos, as maléficas raízes da WICCA, a moderna doutrina das práticas da bruxaria e da magia-negra.
No começo do século XXI, talvez algumas centenas de milhares de pessoas (especialmente na América do Norte e Grã-Bretanha) já praticassem a WICCA e o Neo-Paganismo, num esforço para modificar, através de ambas e da contracultura como elementos de dissolução social, os tradicionais padrões éticos e morais da civilização ocidental.
E isso, como percebemos, seria feito através da imersão da infância e da juventude nas práticas e crenças de um novo e distinto movimento pseudo-religioso: A “New Age” ou “Nova Era de Aquário”, cujos principais símbolos e fundamentos são as drogas, o sexo-livre, pervertido, e o “rock & roll”.
A despeito dessas indeléveis evidências históricas, a cultura brasileira, entre outras igualmente respeitáveis, vai sendo contagiada, contaminada e corroída pelas más intenções ocultas daquilo que, de pior, viceja e flui lá de fora. Por isso, nossos caros manifestantes de oposição, cada vez mais desinformados por imagens e textos internacionalistas ou por mestres pretensamente ‘modernos’, bem intencionados porém despreparados, apresentam-se, cheios de colérica indignação,à frente de argumentos pífios, mal alinhavados e pueris, tais como:
Como se percebe, misturam-se cobras e lagartos nesse imenso caldeirão de ilusões e bruxarias, em temperos de alhos e bugalhos, caldo em que cozem, devidamente fantasiados e mascarados, a esmolar por doces e rebuçados, os santos Cosme e Damião, de mãos dadas com Harry Potter e o ‘Senhor dos Anéis’. A confusão é total.
Desconhece-se que o Estado seja laico apenas para viabilizar a administração do pluralismo, em ambiente neutro e fraterno, onde todas as religiões devam conviver em harmonia, sem mútuas interferências; porém que a cultura brasileira, fundando-se na tradição do cristianismo e nos princípios éticos e morais judaico-cristãos, não pode nem deve perder sua nitidez, ter a identidade conspurcada por práticas e superstições satânico-ocultistas, alheias a nossa formação histórica, valores e mais caras tradições. Temos, portanto, que preservá-la, mantê-la a salvo desses ataques.
Já a solércia da quebra da democracia ocidental e dos seus fundamentos (assentados no Velho e no Novo Testamentos); da dissolução dos estados-nacionais; da imposição de moeda, banco central e força militar-policial únicos, a serem geridos por uma ditadura oligárquica e socialista universal, tendo a religião satânico-babilônica exclusiva única como de pano de fundo, não é obra recente, devida apenas aos quebrantos de bruxos e feiticeiros. É obra antiga, cascuda, um ‘despacho’ de entidades mundialistas e de personalidades do mais alto saber e imenso relevo, ‘primus inter pares’ do ‘poder mundial iluminado’, em todas as épocas: “... Homens do porte de Aldous Huxley (1894-1963), Bertrand Russel (1872-1970) e H. G. Wells (1866-1946), destacados membros do sistema de poder, incensados e promovidos, por intensa propaganda de encomenda, a formidáveis intelectuais, ideólogos ou “gênios” filosóficos e literários dos anos 1900.
Homens de raro, reconhecido brilho e talento, mas, infelizmente, a inteiro serviço da sordidez humana, mentes deformadas pela soberba, ambição, egoísmo, capazes de engendrar pensamentos tão vis quanto:
“... O século XXI... será a era dos ‘Controladores do Mundo’ ... Os ditadores mais antigos caíram porque nunca puderam suprir seus subjugados com bastante pão, bastante circo, quantidades suficientes de milagres e mistérios. Sob uma ditadura científica, a educação vai realmente funcionar com a garantia de que a maioria dos homens e das mulheres crescerá amando sua servidão, jamais sonhando com atitudes revolucionárias. Não parece existir qualquer boa razão para que uma ditadura, cuidadosamente elaborada com requintes científicos, deva jamais ser descartada.”
Huxley, autor dessa e de outras idéias tirânicas, opressivas, era um antigo agente britânico de inteligência, novelista e ocultista. Ele vislumbrava o surgimento de um “Admirável Mundo Novo” (título de sua obra mais conhecida), absolutamente totalitário, onde os seres humanos não seriam mais do que meros robôs idiotizados. Talvez, por isso mesmo, tenha colaborado para que se trouxesse à luz um terrível centro de experimentações secretas para o controle da mente humana, o Tavistock Institute, de Londres, ao popularizar o programa do LSD (ácido lisérgico, poderoso alucinógeno) ali conduzido, denominado pela CIA como “Projeto MK-ULTRA”e onde serviu como mentor do papa do LSD, o degenerado Timothy Leary, que ele conhecera em Stanford.
Seu avô, Thomas Huxley, havia sido um dos co-fundadores do grupo Round Tables, de Cecil Rhodes, bem sabe o leitor, criado para perpetuar o antigo poder imperial britânico.
Huxley foi companheiro e amigo de H.G.Wells e do padrinho do ocultismo inglês, Aleister Crowley, todos eles membros, juntamente com os escritores D.H. Lawrence e George Orwell (o criador do paradigmático Big Brother), do culto psicodélico Children of the Sun (Filhos do Sol), centro esotérico de nítidas nuances satânico-babilônicas.
Huxley deixou esta vida no dia 22 de Novembro de 1963, mesma data do assassinato de
Kennedy, detonado por uma última e fatalmente explosiva dose de LSD-25, carinhosamente ministrada, no aconchego e na segurança do lar, por sua própria mulher!
Apesar desse perfil pavorosamente satânico (pasmem!), ele foi convidado e aceitou ocupar o cargo de primeiro diretor da UNESCO (United Nations Educational, Scientific, and Cultural Organization), centro de educação, ciência e cultura da ONU, uma organização reconhecidamente ligada ao projeto globalizante da Nova Ordem Mundial.
No Brasil, olhos patrióticos, argutos e atentos seguem os passos e as maquinações diabólicas desse órgão mundialista, tentacular: Segundo o combativo Grupo Guararapes, que congrega civis e militares patriotas, de escol, “...a ONU (Organização das Nações Unidas) já botou suas “manguinhas” de fora. O novo Secretário-Geral, Ban Ki-moon, que veio recentemente ao BRASIL e teve conversa com o presidente da República, declarou, sem muita surpresa para nós, do Grupo Guararapes, que a AMAZÔNIA ‘é um bem de toda a humanidade’. ...Ele (também é) um bem aplicado aprendiz da balela que as nações hegemônicas criaram, de que “a AMAZÔNIA é patrimônio da humanidade”. ...E prometeu, no seu terceiro e último dia da visita ao BRASIL, que a ONU vai trabalhar em conjunto com o governo e o povo brasileiro na defesa e na preservação da AMAZÔNIA...”
E preservar, na opinião dessas sentinelas da nacionalidade, seria um mero eufemismo para “manter intocada nossa maior riqueza em proveito futuro dos países ricos...”
Mas, a ligação da ONU com o projeto mundialista satânico não se limita apenas aos sortilégios ecológicos da Gaia, a Mãe-Terra, nem à nefasta e permissiva direção da UNESCO, entregue em seus prolegômenos, como visto, ao ocultista e adepto do uso das drogas, da ditadura globalizada e do ‘controle das mentes’, Aldous Huxley.
Pasmem, mais uma vez, e, de quebra, corem: Segundo informa a insuspeita “Enciclopédia Britânica”, desde meados do Século XX, mais precisamente da década de 1950, quando justamente começaram a emergir na atmosfera dos Estados Unidos e Europa os vapores malignos dos tachos fervidos pela WICCA, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), também agência especial da ONU, criada em 1946, passou a associar as campanhas mundiais de coleta de fundos para o seus programas infantis às festividades do Halloween!
E essa campanha, no Brasil, como é sobejamente difundido e conhecido de todos, é feita, nacionalmente, justo em outubro, o ‘mês da criança e do Halloween’, numa campanha amplamente conhecida como “Criança Esperança”.
Eu, definitivamente, continuo não crendo em bruxas, mas, por mais estranho que isso possa parecer, sempre que contemplo os céus penso estar vendo uma delas cavalgando, às gargalhadas, uma enorme vassoura de palhas, embalada pelas ondas etéreas da nossa maior rede de rádio e de televisão!
Fontes Bibliográficas e Referenciais:
Abreu, Armindo: “O Poder SECRETO!’ (Kranion, segunda edição, 2007)
Graves, Robert : The White Goddess. (1948)
Grupo Guararapes, Doc. 140/2007.
Enciclopédia Britânica, eletrônica, 2004.
Huxley, Aldous, em “Brave New World”.
Melton, John Gordon: em artigo especial para a Enciclopédia Britânica 2004 (eletrônica), sob o verbete WICCA.
Melton, John Gordon e Poggi, Isotta, em: “Magic, Witchcraft, and Paganism in America”, 2nd ed. (1992)
Mingst, Karen: Em artigo para a Enciclopédia Britânica.
Russell, Jeffrey Burton: em artigos especiais para a Enciclopédia Britânica 2004 (eletrônica), sob os verbetes ‘Halloween’, ‘Sorcery’ e ‘Contemporary Witchcraft’
Vasconcellos, Wagner: Manifesto, no portal do MV-Brasil, em www.mv-brasil.org.br.
Solstício de Verão: Época em que o Sol passa pela sua maior declinação boreal ou austral e durante a qual cessa de afastar-se do equador. Os solstícios situam-se, respectivamente, nos dias 22 ou 23 de junho para a maior declinação boreal, e nos dias 22 ou 23 de dezembro para a maior declinação austral do Sol. No hemisfério sul, a primeira data se denomina solstício de inverno e a segunda solstício de verão; e, como as estações são opostas nos dois hemisférios, essas denominações invertem-se no hemisfério norte. NA.
Equinócio de Primavera: Ponto da órbita da Terra em que se registra uma igual duração do dia e da noite, o que sucede nos dias 21 de março e 23 de setembro! N.A.